AULA – Guerra de Canudos

Antônio Conselheiro: Um Peregrino do Sertão

•Antônio Vicente Maciel: nasceu provavelmente em 1830, em Quixeranobim, no Ceará.
•Na infância teve aulas de português, latim e francês, estudo necessário para a formação de padre;
•Antônio: trabalhou como comerciante, professor, advogado dos pobres e empregado de lojas comerciais;
•1871: iniciou sua peregrinação pelo Sertão – usando camisola azul, barbas e cabelos longos, percorreu o interior de Pernambuco, da Bahia e de Sergipe pregando mensagens religiosas e aconselhando os sertanejos;
•Antônio: construía e reformava igrejas e cemitérios, coordenava tarefas coletivas de construção de casas, açudes e colheitas agrícolas;
•A sua influência crescia dia-a-dia: tornou-se Antônio Conselheiro;
•Igreja X Religiosidade Popular: a Igreja oficial combatia as crendices populares; também combatia os beatos;

A formação de Canudos

•1893: Antônio Conselheiro e seu grupo decidiram fundar um povoado – Belo Monte;
•Lá, eles organizaram a base de sua economia (comunitária) – todos deviam trabalhar para o sustento local – várias pessoas viviam lá (professores, artesãos, enfermeiros);
•A comunidade religiosa de Canudos era independente da Igreja Católica;
•Canudos tinha polícia e presídios próprios;
•Guerra Contra Canudos: Canudos tornou-se uma ameaça ao poder dos coronéis e da Igreja Católica;
•O Governo da Bahia, apoiado pelos latifundiários , aguardava o momento certo para invadir o arraial;
•Surgiram boatos de que os integrantes do arraial queriam atacar a cidade de Juazeiro;
•1896: o governo baiano e o federal iniciaram a campanha militar contra Canudos;
•As três primeiras expedições, apesar da superioridade bélica, foram derrotadas pelas forças conselheiristas
•Antônio Conselheiro foi acusado de Monarquista, louco e inimigo da República;
•A Quarta Expedição: reuniu quase 10 mil soldados, armados de fuzis e canhões modernos;
•Foram quatro meses de combate: destruição completa do arraial – 5 de outubro de 1897;
•Prisioneiros foram degolados: seus cadáveres eram empilhados e queimados;
•As crianças sofriam com inanição e apresentavam ferimentos devido ao longo conflito;
•Muitas foram dadas aos participantes da campanha militar; outras foram distribuídas entre os comerciantes locais;
•Euclides da Cunha: autor de “Os Sertões”

 

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Um comentário em “AULA – Guerra de Canudos

  1. enteresante este abisurdo fato acontesido la em
    canudos na minha opinião foi uma covardia esta guerra , porque nada si resouve com brutalidade. foi um verdadeiro canibalismo, todo ser humano vive como quer ai vai la longe os poderosos do governo baiano por pura despeita por uma cidade que si ergueu com trabalho e esforço da propia comunidade e muita mais muita, dedicação mesmo. o governo baiano estava e com muito medo de perder o controle la naquela rejião.

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