Sala 19

O blog de História de Fabiana Scoleso

Mestres do Renascimento – Obras-primas Italianas

Posted by sala19cmi em segunda-feira, 22 julho 2013

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A exposição, com mais de cinquenta obras-primas provenientes de importantes coleções italianas, públicas e privadas, apresenta ao público brasileiro a extraordinária riqueza da arte italiana no momento de seu apogeu, o Renascimento. As obras expostas: pinturas, esculturas e desenhos, foram selecionadas com o intuito de mostrar aos visitantes o percurso do movimento renascentista em toda a Itália. Estão previstas obras de Rafael Sanzio, Ticiano, Sandro Botticelli, Lorenzo Lotto, Andrea Mantegna, Perugino, Tintoretto, Giovanni Bellini, Fra Bartolomeo, Ghirlandaio, Donatello, Dosso Dossi, Michelangelo Buonarroti, entre outros. Curadoria de Alessandro Delpriori.

http://www.renascimentonoccbb.com.br/

13 Jul a 23 Set
Local: Subsolo, 1º, 2º, 3º e 4º andares | CCBB SP
Horário: Quarta a segunda das 10h as 22h

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“Transgressão e adaptação”

Posted by sala19cmi em domingo, 21 julho 2013

Belo livro do meu amigo Daniel Aurélio já está disponível pelo site http://www.livrariaixtlan.com.br Confiram!!!

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Daniel Rodrigues Aurélio é graduado em Sociologia e Política pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e mestrando em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP). É pesquisador do Grupo de Estudos de Práticas Culturais Contemporâneas (GEPRACC/PUCSP), editor da revista Conhecimento Prático Filosofia e autor de Dossiê Getúlio Vargas (Universo dos Livros, 2009), entre outros livros. Blog: http://www.danielraurelio.blogspot.com

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Império Romano

Posted by sala19cmi em terça-feira, 14 maio 2013

Império Romano 

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Crise da dívida na zona do euro e políticas de austeridade prejudicam crescimento, avalia ONU.

Posted by sala19cmi em terça-feira, 16 abril 2013

EURO CRISIS

A crise da dívida da zona do euro, a redução da demanda externa e a alta do petróleo continuam a pressionar a Europa, enquanto as políticas de austeridade dos países industrializados não impedirão que a economia global volte à recessão, avalia relatório anual da ONU, que teve mais um capítulo divulgado nesta quinta-feira (17).
“A zona euro está em recessão e o Produto Interno Bruto (PIB) da região deve chegar a apenas 0,3% de crescimento em 2013, aumentando ligeiramente para 1,4% em 2014″. observa o documento Situação Econômica Mundial e Perspectivas 2013. O estudo foi produzido pelo Departamento para Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (DESA), pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e comissões regionais das Nações Unidas.
O capítulo analisa a crise na Europa e afirma que a zona do euro está em uma recessão técnica, com taxas negativas no segundo e terceiro trimestres de 2012. Queda acentuada é a prevista também para o quarto trimestre, com possível redução de 0,5% do PIB anual.
Pelo menos cinco economias europeias estão em recessão, com perspectivas muito baixas. O PIB da Itália deve cair 2,4% em 2012 e 0,3% em 2013 e o da Espanha, 1,6% e 1,4%, respectivamente. Os outros países em recessão são Chipre, Grécia e Portugal.
“O foco atual na consolidação fiscal no curto prazo, especialmente entre os países desenvolvidos, tem provado ser contraproducente e causar o prolongamento do ajuste da dívida”, afirma o relatório.
Para reverter a situação, o documento recomenda que o foco seja o crescimento econômico robusto com olho na sustentabilidade fiscal de médio a longo prazo.

FONTE: ONU Brasil – Organização das Nações Unidas

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Margaret Thatcher – A Dama de Ferro

Posted by sala19cmi em terça-feira, 16 abril 2013

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Primeira mulher a chefiar um governo parlamentar na história da Europa, Margaret Thatcher morreu no dia 8 de abril de 2013, aos 87 anos, vítima de um derrame cerebral.

Os soviéticos a apelidaram de “Dama de Ferro”. O ex-presidente americano Ronald Reagan a chamou de “o melhor homem da Inglaterra”. O socialista francês François Mitterand a definiu por seus “olhos de Calígula e lábios de Marilyn Monroe”. Na ficha de seleção para um emprego, ela foi rejeitada por ser “teimosa, obstinada e perigosamente dona de opiniões próprias”. Margaret Thatcher, primeira-ministra da Grã-Bretanha que mais tempo permaneceu no cargo no século passado, morreu no dia 8 de abril, aos 87 anos, deixando um papel bem definido na história: o de líder da revolução liberal que, na década de 1980, desmontou programas sociais deficitários, cortou impostos e gastos públicos, privatizou estatais perdulárias e tirou da paralisia a economia britânica para, depois, se espalhar pelo mundo.

A causa da morte da ex-premiê, segundo seu porta-voz, lorde Bell, foi um derrame cerebral. Ela já havia deixado a vida pública em 2002 por causa de um pequeno derrame, e sofreu vários outros depois deste.

Os pequenos derrames dos últimos anos lhe deixaram sequelas, como confusões ocasionais e perdas de memória. Seu estado de saúde estava se deteriorando desde então, e ela chegou a sofrer de demência. Segundo sua filha, Carol, em suas crises, Thatcher tinha dificuldades em terminar suas frases e esquecia que seu marido, Denis Thatcher, morreu em 2003. A morte de seu mais próximo confidente e companheiro por 50 anos intensificou seu isolamento do mundo. A última vez em que ela foi internada foi em dezembro de 2012, quando passou por uma cirurgia na bexiga.

Primeira mulher a chefiar um governo parlamentar na história da Europa, Thatcher ficou onze anos e meio no poder, de 1979 a 1990, tempo mais do que suficiente para os princípios que defendia (menos governo, menos despesas e independência em relação à União Europeia) se fixarem profundamente no modo de vida britânico. Vinte anos depois do fim de seu governo, o “thatcherismo” continua tão atual na Grã-Bretanha quanto a monarquia, o peixe com batata frita e a cerveja quente dos pubs – mais do que uma convicção política, é uma instituição nacional.

Em três décadas de carreira política, ela lutou contra a intervenção do estado na economia e combateu a inflação. Eleita primeira-ministra em 1979, fez a taxa cair de um pico de 27% para 2,5% seis anos depois. Privatizou as indústrias estatais de petróleo e gás, aeroportos e companhias aéreas, telefone e energia elétrica, estimulando o crescimento econômico mesmo com o aumento do desemprego e criando um paradigma de competitividade até hoje seguido no planeta. Sua receita para recuperar a economia incluiu a crença de que sindicatos com muito poder político estrangulavam as empresas em nome de interesses eleitorais. Com isso em mente, Thatcher enfrentou líderes sindicais, retirou privilégios fiscais das organizações trabalhistas e enfrentou greves que duraram mais de um ano, até vencê-los.

Vencer, afinal, era sua especialidade. Na democracia mais antiga do planeta, ganhou três eleições consecutivas para a chefia do governo – algo até então inédito, repetido depois por Tony Blair. Seu primeiro triunfo nas urnas veio aos 33 anos, quando elegeu-se pela primeira vez para o Parlamento pelo Partido Conservador. Em 1970, quando o partido derrotou os trabalhistas e voltou ao poder com o premiê Edward Heath, foi nomeada ministra da Educação. Quatro anos depois tornou-se a primeira mulher a ganhar a liderança do partido, passo que a conduziu ao cargo de premiê após vencer as eleições gerais de 1979. A década seguinte trouxe seu primeiro desafio além das fronteiras da Grã-Bretanha: a invasão das Ilhas Malvinas pela Argentina do ditador Jorge Videla em 1982. Thatcher ouviu os chefes das Forças Armadas e não titubeou. No campo de batalha, os soldados britânicos arrasaram os argentinos e recuperaram a soberania sobre o arquipélago em dois meses e meio.

Nas relações exteriores, Thatcher cultivou uma estreita relação política e pessoal com o então presidente dos EUA, Ronald Reagan. A defesa do livre mercado era o princípio em comum e a luta contra comunismo selou a aliança. Curiosamente, foram os inimigos soviéticos que criaram a imagem de “mulher forte” que Thatcher incorporou. Ainda em 1976, três anos antes de ela se tornar primeira-ministra, o jornal Estrela Vermelha, publicado pelo Exército soviético, chamou-a de “Dama de Ferro” ao comentar um discurso de Thatcher sobre a Otan, a aliança militar do Atlântico Norte. Com ironia, ela acabou usando a seu favor o que era para ser uma afronta sexista: “Estou aqui diante de vocês com meu vestido de gala de seda vermelha, meu rosto levemente maquiado e meu cabelo gentilmente escovado, a Dama de Ferro do mundo ocidental. Uma guerreira da Guerra Fria”, disse em outro discurso. “Sou esse tipo de coisa? Sim, se é assim que querem interpretar minha defesa dos valores e liberdades fundamentais do nosso modo de vida.”

FONTE: http://www.universitario.com.br

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Crise na Síria

Posted by sala19cmi em segunda-feira, 25 março 2013

Como a crise na Síria pode ser cobrada nas provas deste ano?

Embora a publicação seja de março de 2012, o conflito perdura e as dúvidas sobre a crise na Síria também.

Aproveitamos para relembrar esse artigo e redimensionar os questionamentos acerca do tema.

 

Há cerca de um ano, a Síria ocupa quase que diariamente as notícias internacionais. Desde março de 2011, a população síria sai às ruas em protestos a favor da democracia no país, que há mais de quatro décadas vive em uma ditadura militar.

O levante popular, que exige a saída do ditador Bashar al-Assad do poder, começou no sul do país, mas logo alcançou todo o território. Em junho, mais de 100 mil pessoas manifestavam em cerca de 150 cidades e vilarejos, sempre às sextas-feiras, após as orações. O movimento avançou apesar das respostas, sempre violentas, do ditador.

As manifestações na Síria fazem parte da Primavera Árabe, tema que pode cair nas provas de vestibular

A crise na Síria começou a se encaminhar para um confronto militar, com a criação do Exército Livre da Síria (ELS), uma organização rebelde que ganhou adesão de muitos soldados desertores e da adesão voluntária de manifestantes. De lá para cá, os confrontos entre os opositores do governo e os militares se intensificou. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), pelo menos 7,5 mil pessoas morreram neste um ano de conflito.

Além das mortes, a repressão do regime de al-Assad levou ao isolamento da Síria, que hoje vive sanções econômicas dos Estados Unidos e da União Europeia – o país vende a maior parte do seu petróleo aos europeus.

Na última semana, a Síria mais uma vez ficou em evidência, por conta da visita, no último dia 10, do ex-secretário-geral das Nações Unidas Kofi Annan, enviado especial da ONU e da Liga Árabe. O objetivo de Annan era tentar iniciar um diálogo entre o regime e a oposição, evitando uma possível futura intervenção militar estrangeira no país.

Antes mesmo de chegar ao local, a proposta de Annan foi rejeitada pelos opositores de al-Assad, que alegaram que o diálogo é “sem sentido”, uma vez que as tropas do governo continuam massacrando a população. Do outro lado, durante a reunião do enviado da ONU com o ditador, al-Assad disse que qualquer diálogo ou processo político não poderá ter sucesso enquanto houver grupos terroristas armados trabalhando para espalhar o caos e desestabilizar o país, uma referência direta aos opositores do governo, principalmente o ELS.

Mas afinal de contas, a crise da Síria pode cair no vestibular?
Para o supervisor de geografia e professor de geopolítica do cursinho Anglo, Augusto Silva, sim. “O primeiro fato que o estudante deve prestar atenção é que a crise na Síria faz parte de uma questão social bem maior, que é a Primavera Árabe”, diz o professor.

A Primavera Árabe é o nome dado à onda de protestos e revoluções contra governos do mundo árabe, Oriente Médio e norte da África, que eclodiu em janeiro de 2011, pedindo democracia. A onde de manifestações já foi destaque nos vestibulares, aparecendo nas provas do Enem 2011, daFuvest 2012 e da Unesp 2012.

Além de atentar para os conflitos em toda a região, o estudante precisa saber localizar os países que estão envolvidos nele: Barein, Iêmen, Tunísia, Líbia, Egito e Síria. “Pode parecer simples, mas a maioria dos estudantes não sabe onde estão esses países,” comenta.

Outro ponto importante para ser estudado, é sobre a geopolítica da Síria. “O país tem uma proximidade política com o Irã, que está sendo investigado por ter armas nucleares e ter diversos problemas internacionais. Além disso, a Síria tem grandes distúrbios históricos com Israel. Dependendo do resultado dessa crise, se o ditador (que é próximo ao Irã) sair ou não, saberemos como ficará a posição política da Síria no Oriente Médio”, explica Augusto.

Segundo o professor, é justamente por conta das relações políticas da Síria que a comunidade internacional teme por uma intervenção militar internacional na região. “Muitos países repudiam o que acontece no país, existem manifestações internacionais, mas não há intervenção direta, militar mesmo, como aconteceu em outros países da primavera”, enfatiza.

Conhecer o regime político na Síria também é fundamental. “É importante o estudante saber sobre a política na Síria, um país que vive há muito tempo em uma ditadura com histórico de repressão contra a população”, diz o professor.

Fonte: GUIA DO ESTUDANTE ATUALIDADES VESTIBULAR + ENEM 2012 – Mariana Nadai | 13/03/2012

 

 

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Entenda a crise entre as duas Coreias

Posted by sala19cmi em domingo, 24 março 2013

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Programa nuclear e conflito não resolvido da década de 1950 geram atritos entre os países asiáticos

SEUL – A Coreia do Norte realizou disparos de artilharia contra uma ilha sul-coreana, perto da fronteira marítima, voltando a elevar a tensão entre os dois países. A Coreia do Sul respondeu também com ataques de artilharia e colocou o seu alerta militar no nível mais alto fora de um período de guerra.

O incidente está sendo visto como o mais grave desde a Guerra da Coreia, ocorrida entre os anos de 1950 e 1953, e acontece após oito meses de tensão depois do afundamento do navio de guerra sul-coreano Cheonan. Veja uma série de perguntas e respostas sobre a crise entre as duas Coreias.

linkO que motivou a troca de disparos?

Ainda não se sabe o que provocou os disparos de artilharia, mas a área da fronteira marítima entre as duas Coreias já foi palco de diversos embates no passado.

Antes do ataque, a Coreia do Norte havia protestado contra exercícios militares sul-coreanos que estavam sendo realizados na ilha de Yeonpyeong, onde agora vários prédios foram atingidos pela artilharia norte-coreana.

linkComo fica a situação entre os dois países depois do incidente?

Analistas dizem que qualquer reaproximação significativa entre Coreia do Sul e do Norte parece improvável no futuro próximo. Antes da troca de disparos, havia sinais de que o governo norte-coreano tinha a intenção de se reconciliar com o vizinho do sul. O país havia oferecido retomar o reencontro de famílias divididas, além de indicar que queria retomar negociações na área militar.

Já a Coreia do Sul mandou arroz para a Coreia do Norte pela primeira vez em dois anos, para ajudar a população atingida por inundações. Mas não houve mais nenhum avanço significativo nas relações entre os dois países. As negociações internacionais sobre o programa nuclear da Coreia do Norte continuam paradas, e a revelação no último fim de semana de que o país teria novas instalações para o enriquecimento de urânio tornou a retomada das conversas ainda menos provável.

linkHouve alguma razão para que a tensão entre as duas Coreias voltasse a aumentar?

Uma disputa sem resolução sobre o afundamento de um navio de guerra sul coreano neste ano deixou a relação entre os vizinhos – que permanecem tecnicamente em guerra – na pior situação em muitos anos.

Na noite do dia 26 de março de 2010, o Cheonan, um navio de guerra sul-coreano, estava deixando a ilha Baengnyeong perto da fronteira marítima entre as duas Coreias no Mar Amarelo. Uma explosão partiu o navio em dois e ele afundou. 58 marinheiros conseguiram escapar, mas 46 foram mortos.

Investigadores cogitaram que uma mina dos tempos da Guerra da Coreia pudesse ser responsável pelo incidente ou que a explosão tivesse sido causada por algum defeito no navio, mas acabaram concluindo que foi um torpedo disparado por um submarino norte-coreano que afundou a embarcação. Eles dizem ter encontrado parte do torpedo no fundo do mar com uma inscrição atribuída à Coreia do Norte.

linkQual é a posição da Coreia do Norte sobre o assunto?

A Coreia do Norte nega qualquer envolvimento no episódio. O país rechaçou a conclusão dos investigadores e pediu para conduzir sua própria investigação, o que foi negado por Seul.

As possíveis razões para o ataque não foram esclarecidas, mas uma das teorias indica que o ataque poderia ter sido uma forma de Kim Jong-il conseguir o apoio do exército no momento em que ele prepara seu filho para sucedê-lo. Outras possibilidades colocam o ataque como uma ação unilateral do Exército ou ainda uma tentativa de forçar Seul a retomar antigas políticas comerciais e de auxílio ao vizinho do Norte.

linkQual foi a reação internacional ao incidente com o navio?

Desde o início, Estados Unidos e Japão expressaram apoio a Seul e à declaração do Conselho de Segurança da ONU condenando a Coreia do Norte. Após a declaração, os americanos começaram a realizar uma série de exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul no Mar do Japão. Autoridades militares dos Estados Unidos dizem que os exercícios foram planejados como uma demonstração de força à Coreia do Norte. O Japão também mandou militares para observar, o que indica um suposto apoio ao treinamento.

Os Estados Unidos também anunciaram sanções bilaterais, direcionadas ao comércio de armas e à importação de bens de luxo por Pyongyang. Mas a China, o maior parceiro comercial e aliado da Coreia do Norte, tem constantemente pedido moderação. Pequim tem evitado tomar medidas duras contra a Coreia do Norte, por querer impedir que o regime do país vizinho entre em colapso, levando a uma perigosa instabilidade e a uma onda de refugiados cruzando a fronteira.

BBC Brasil/ O Estado de S.Paulo

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Há 540 anos nascia Nicolau Copérnico, um dos pais da astronomia moderna

Posted by sala19cmi em terça-feira, 19 fevereiro 2013

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A contribuição de Copérnico para a ciência é mais complexa do que se supõe normalmente. Não se pode dizer que ele tenha criado a teoria do heliocentrismo nem que tenha revolucionado sozinho a astronomia. De acordo com Nigel Bannister, professor do departamento de Física e Astronomia da Universidade de Leicester, no Reino Unido, o cientista não poderia ser considerado “o pai da astronomia moderna”, como muitas pessoas o tratam. “Títulos assim são sempre problemáticos. Não há dúvida de que Copérnico deu enormes contribuições à astronomia, e é certamente um dos gigantes na história da astronomia como uma ciência moderna, mas existem muitos outros que fizeram descobertas ou postularam teorias que são tão importantes quanto. Eu tenderia a chamá-lo de um dos pais fundadores da astronomia moderna, já que seu trabalho promoveu uma grande mudança na compreensão do sistema solar e do nosso lugar no universo”.

“Seu trabalho promoveu uma grande mudança na compreensão do sistema solar e do nosso lugar no universo”.

Nigel Bannisterprofessor da Universidade de Leiceste

No século 16, época de Copérnico, a teoria de Ptolomeu, de que a Terra encontrava-se no centro do universo, não era apenas observação empírica, destituída de instrumentos apropriados, mas também de crença religiosa. Para substituir o geocentrismo pela ideia de que era o nosso planeta que girava em torno do Sol, o cientista e matemático polonês partiu de fundamentos gregos propostos por Aristarco de Samos 1,8 mil anos antes. “Como era praxe no renascimento, ele foi buscar nos clássicos gregos uma inspiração”, afirma Augusto Damineli, professor de pós-graduação do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). “Ele retomou a ideia de que seria mais natural que os corpos menores girassem em torno do maior (o Sol). Remontou então esse sistema que havia sido abandonado 250 anos antes de Cristo e colocou nele os avanços dos sistema geocêntrico (excêntricos, epiciclos e deferentes)”.

O polonês contribuiu para a ideia de Aristarco com relações matemáticas que faltavam no trabalho original. “Mas, infelizmente, seu argumento matemático estava errado”, afirma Bannister. “Embora tenha posicionado o Sol corretamente no centro do Sistema Solar, para reproduzir os movimentos dos planetas em sua descrição matemática, ele manteve as órbitas perfeitamente circulares que Ptolomeu havia proposto. Então Copérnico, assim como Ptolomeu, ainda precisava usar epiciclos para explicar os movimentos dos planetas. Seus epiciclos eram menores do que os de Ptolomeu, com certeza, mas era a abordagem errada”.

FONTE: http://noticias.terra.com.br/ciencia/ha-540-anos-nascia-copernico-um-dos-pais-da-astronomia-moderna,e6863e3271eec310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

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FELIZ 2013

Posted by sala19cmi em quinta-feira, 24 janeiro 2013

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O ano acadêmico de 2013 está começando!

Nosso intuito é continuar compartilhando o melhor conteúdo on-line com professores e alunos interessados nas ciências humanas.

Sem qualquer pretensão o Blog Sala19 disponibiliza sínteses de aulas e textos voltados, principalmente, para alunos do ensino Fundamental II e Médio. Nas laterais do Blog vocês encontrarão vários links de sites voltados para as humanidades. Não somos remunerados e não nos dedicamos exclusivamente a esta atividade. É somente uma tentativa de viabilizar novos textos e novas experiências. A ideia é ajudar sempre, mas sabemos que, muitas vezes, as pesquisas solicitadas vão além dos conteúdos deste Blog.

Você também vai encontrar um espaço onde são difundidas visitas e experiências pelo mundo e sugestões de vídeos é o DIÁRIO DE BORDO e o CINE DEBATE.

Um grande abraço aos nossos fiéis seguidores!

Esperamos que seja um ano maravilhoso para todos!

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Império Napoleônico

Posted by sala19cmi em quinta-feira, 11 outubro 2012

Império estabelecido por Napoleão Bonaparte na França, entre 1804 e 1815.

Resultado da Revolução Francesa, dissemina os ideais da burguesia em ascensão pela Europa.

Com política expansionista, o Império estende-se por todo o continente em seu apogeu, por volta de 1810. Chega ao fim com a derrota francesa na Batalha de Waterloo.

Antecedentes

Líder militar de sucesso, Napoleão ganha prestígio e apoio popular nas guerras da França contra a Itália e a Áustria (1796-1797) e contra o Egito (1798). Por isso é escolhido pela burguesia francesa para solucionar a grave crise que se havia instalado no governo revolucionário. Em 1799, Napoleão dá um golpe de Estado, conhecido como Golpe do 18 Brumário (data que corresponde ao calendário estabelecido pela Revolução Francesa e equivale a 9 de novembro do calendário gregoriano). A Constituição republicana é suprimida e substituída por outra, autoritária, concentrando todo o poder nas mãos do primeiro-cônsul, cargo que ele passa a ocupar.

Nesse período, chamado de Consulado (1799-1804), Napoleão realiza obras de pacificação e de organização dos territórios franceses. Participa da redação do Código Civil, que confirma a vitória da revolução burguesa e influencia a legislação de todos os países europeus no século XIX. Institui os princípios de igualdade, de propriedade das terras, das heranças, a tolerância religiosa e o divórcio. No exterior assina tratados de paz com a Áustria (1801) e com a Inglaterra (1802).

O Império

O Império Napoleônico nasce de forma oficial em 1804, quando um plebiscito referenda o primeiro-cônsul como imperador da França. Napoleão é sagrado pelo papa Pio VII na Catedral de Notre Dame, em dezembro do mesmo ano. Coroado sob o nome de Napoleão I, preocupa-se em consolidar seu poder, modernizar a França e retomar a tradição do despotismo esclarecido.

A convivência com as potências européias torna-se insustentável por causa da política de guerra permanente do Império, que leva à formação de coalizões contra os franceses. Napoleão I tenta invadir a Inglaterra, mas é derrotado. Volta-se, então, para a Europa Central. Vence a Áustria na Batalha de Austerlitz. Por meio de guerras e acordos, domina a Itália, a Holanda (Países Baixos) e boa parte da Alemanha. Após invadir a Prússia oriental e a Polônia (1806), Napoleão obriga a Rússia a aliar-se à França contra os ingleses e estabelece um bloqueio continental que impede o comércio de mercadorias inglesas na Europa.

O expansionismo gera novas dificuldades. Em 1809, o Exército imperial enfrenta rebeliões militares na Espanha e assiste à formação de uma nova coalizão contra o Império. No mesmo ano, Napoleão derrota novamente a Áustria e assina a Paz de Viena. A aproximação dos dois Estados é reforçada pelo casamento do imperador com a arquiduquesa Maria Luísa da Áustria. Em 1810, o Império Napoleônico atinge o máximo de seu poder, com a anexação da Holanda e do litoral alemão. Nessa época, o Império tem 71 milhões de habitantes, dos quais apenas 27 milhões são franceses.

Decadência

Em 1812, a aliança franco-russa é quebrada pelo czar Alexandre, que rompe o bloqueio contra os ingleses. Napoleão empreende então a campanha contra a Rússia. Entra em Moscou e, durante a retirada, o frio e a fome dizimam grande parte do Exército francês. Enquanto isso, na França, o general Malet, apoiado por setores descontentes da burguesia e da antiga nobreza francesas, arma uma conspiração para dar um golpe de Estado contra o imperador. Napoleão retorna imediatamente a Paris e controla a situação. Mas, no exterior, o Império começa a decair. Tem início então a luta da coalizão européia contra a França. Com a capitulação de Paris, o imperador é obrigado a abdicar. O Tratado de Fontainebleau, de 1814, exila Napoleão na ilha de Elba, de onde foge no ano seguinte.

Desembarca na França com um Exército e reconquista o poder. Inicia então o Governo dos Cem Dias. A Europa coligada retoma sua luta contra o Exército francês. Napoleão entra na Bélgica em junho de 1815, mas é derrotado pelos ingleses na Batalha de Waterloo e abdica pela segunda vez, pondo fim ao Império Napoleônico. Após a derrota de Napoleão, o Congresso de Viena (1815) reúne as potências vitoriosas com o objetivo de reorganizar o mapa político da Europa. Sob a liderança de Inglaterra, Áustria, Prússia e Rússia são restauradas dinastias e fronteiras alteradas pelas guerras napoleônicas. A Santa Aliança, organização política internacional, é criada para impedir novos movimentos revolucionários.

Fonte: geocities.yahoo.com.br

Império Napoleônico - 1804 – 1814

Em 1799, Napoleão provocou um golpe de estado dando origem ao Consulado e ocupando o lugar de destaque. Napoleão enverredou por uma política de centralização do poder e do progresso económico.

Conseguindo suster os ataques exteriores contra a França, Napoleão acaba por conseguir expandir o seu domínio.

Depois de se tornar consul vitalício em 1802, Napoleão declara-se imperador em 1804.

Napoleão e os seus exércitos foram os responsáveis pela difusão das ideias liberais por toda a Europa, à medida das suas conquistas.

Após sucessivas vitórias sobre a Inglaterra, Aústria, Rússia e Prússia, Napoleão convenceu-se que podia ser senhor da Europa.

Napoleão pensou asfixiar economicamente a Inglaterra com o Bloqueio Continental em 1806, que impedia os países Europeus de fazerem transações comerciais com os Ingleses. Esta medida não teve muito efeito, porque alguns países, incluindo Portugal, desobedeceram às ordens de Napoleão.

Em 1812, Napoleão sofre uma grande derrota na Rússia, devido ao rigor do inverno. Esta derrota foi o início do declínio do imperador.

Na sequência de novas derrotas (frente à Rússia, Inglaterra, Aústria e Suécia) a França é invadida em 1814 e Napoleão é obrigado a render-se, e é exilado.

Mais tarde, o ex-imperador regressa ainda a França, mas é derrotado na Batalha de Waterloo em 1815. Napoleão é desterrado então para a ilha de Santa Helena, acabando assim o seu sonho imperialista.

Fonte: br.geocities.com

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